Além da entrada: quais custos considerar na compra de um imóvel?

ITBI, registro, mudança e móveis pesam no orçamento. Saiba como planejar a compra do imóvel sem surpresas

Comprar um imóvel está entre as decisões financeiras mais importantes da vida.

Mas existe um detalhe que muitos compradores só descobrem quando o negócio já está encaminhado: o valor da entrada e das parcelas não representam todo o custo da operação.

Além do valor do imóvel, existem diversas despesas na compra de um imóvel que podem impactar significativamente o orçamento. Entre elas estão ITBI, registro, escritura, mudança, móveis e outros custos que costumam surgir após a aprovação do financiamento.

Infelizmente, a falta de planejamento para essas despesas acaba atrapalhando a experiência – e adiando a compra de móveis ou até mesmo a realização de pequenas melhorias.

Por isso, antes de assinar um contrato de financiamento imobiliário, entenda quais são os principais custos envolvidos na compra de um imóvel. E saiba como se preparar para eles.

1. Entrada do imóvel

A entrada costuma ser o primeiro valor considerado pelo comprador. Dependendo da instituição financeira e da análise de crédito, pode representar entre 20% e 30% do valor do imóvel.

Embora seja uma etapa fundamental, ela está longe de ser o único desembolso necessário para concluir a compra.

2. ITBI: um custo obrigatório

O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) é um tributo municipal cobrado sempre que ocorre a transferência de propriedade de um imóvel.

O percentual varia conforme a cidade, mas geralmente fica entre 2% e 3% do valor da transação.

Em um imóvel de R$ 500 mil, por exemplo, o ITBI pode representar um desembolso de R$ 10 mil a R$ 15 mil – valor que muitas vezes não é considerado no planejamento inicial.

3. Registro do imóvel

Após a assinatura da escritura ou do contrato de financiamento, é necessário registrar a operação em cartório.

Esse procedimento garante a transferência legal da propriedade para o comprador e gera custos adicionais que variam de acordo com o estado, o valor do imóvel e a tabela de emolumentos vigente.

Somado ao ITBI, o registro pode representar alguns milhares de reais que precisam estar disponíveis antes da entrega das chaves.

4. Escritura e despesas cartoriais

Dependendo do tipo de operação, também podem existir custos relacionados à escritura pública e a outros atos cartoriais.

Embora nem todas as operações exijam escritura tradicional, é importante verificar previamente quais despesas serão necessárias para formalizar a compra.

5. Mudança e adaptação ao novo imóvel

Pouca gente inclui a mudança no orçamento da compra.

Contratar o transporte, a montagem dos móveis, a instalação de eletrodomésticos, os serviços de pintura ou os pequenos ajustes: tudo tem custo.

Em muitos casos, essas despesas podem até superar os custos obrigatórios.

Muitos compradores calculam apenas a entrada e as parcelas do financiamento. Mas despesas como ITBI, registro, escritura, mudança e mobília também fazem parte do custo total da compra de um imóvel. Crédito: Freepik
Muitos compradores calculam apenas a entrada e as parcelas do financiamento. Mas despesas como ITBI, registro, escritura, mudança e mobília também fazem parte do custo total da compra de um imóvel.

6. Móveis e eletrodomésticos

Esse talvez seja o custo mais subestimado pelos compradores.

Mesmo quem já possui parte da mobília costuma perceber que o novo imóvel exige adaptações. Um ambiente maior pode demandar novos móveis. Um imóvel recém-entregue pode exigir cozinha planejada, armários ou eletrodomésticos.

Por terem concentrado todos os recursos na entrada e nas despesas da aquisição, muitas famílias acabam esperando meses para equipar o imóvel por completo.

7. Condomínio, IPTU e custos recorrentes

Depois da mudança, surgem despesas permanentes que precisam entrar no planejamento financeiro.

Condomínio, IPTU, contas de energia, água, internet e manutenção fazem parte da rotina de qualquer imóvel e devem ser considerados para que o orçamento permaneça equilibrado.

8. A importância de preservar o caixa

Um erro comum é utilizar toda a reserva financeira disponível para concluir a compra.

Embora isso possa parecer vantajoso em um primeiro momento, a falta de liquidez pode gerar dificuldades justamente na fase em que surgem novas necessidades e imprevistos.

Preservar parte dos recursos para equipar o imóvel, lidar com despesas inesperadas e realizar a mudança com tranquilidade pode fazer toda a diferença na experiência do comprador.

Como a OXY ajuda a reduzir os custos iniciais da compra

Diante de tantas despesas, uma dúvida comum surge entre os compradores: como concluir a aquisição sem consumir toda a reserva financeira disponível?

É justamente nesse ponto que o financiamento pode se tornar um aliado estratégico do planejamento.

Pensando nesse desafio, a OXY Companhia Hipotecária oferece uma solução que ajuda o comprador a preservar recursos no momento da aquisição.

Além de condições competitivas de financiamento, a OXY permite diluir nas parcelas algumas das principais despesas da operação, incluindo custos como ITBI e registro do imóvel.

Isso significa menos desembolso imediato e mais espaço no orçamento para aquilo que realmente transforma um imóvel em um novo lar: a mudança, os móveis, os eletrodomésticos e os projetos que acompanham essa nova fase da vida.

Entre os diferenciais do financiamento imobiliário da OXY estão:

  • Taxas a partir de 12,68% ao ano + IPCA;
  • Prazo de até 20 anos para pagamento;
  • Possibilidade de compor renda com até mais duas pessoas;
  • Carência de até três meses para a primeira parcela;
  • Financiamento de até 70% do valor do imóvel, limitado a R$ 3 milhões;
  • Diluição das principais despesas da operação nas parcelas do financiamento.

Mais do que financiar um imóvel, a proposta é permitir que o comprador atravesse essa etapa com mais planejamento, previsibilidade e tranquilidade financeira.

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Ao financiar despesas como ITBI e registro, é possível reduzir os custos iniciais da compra e manter recursos disponíveis para a mudança, os móveis e os primeiros investimentos no novo imóvel.

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